“A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos.”, Arthur Schopenhauer, filósofo alemão (1788-1860).

Qual a diferença entre padrão e qualidade de vida?

No terceiro vídeo da série “Educação Financeira” é possível notar que alguns dos entrevistados relacionam o padrão de vida com hábitos de consumo, seguindo o que alguns estudiosos definem como o pensamento “Consumo, logo existo”. Porém, no decorrer da reportagem é possível compreender que padrão de vida não é sinônimo de qualidade de vida.

Entender o momento atual de suas finanças, questionar quais são seus objetivos e pensar a longo prazo, são algumas das formas de avaliar seu padrão de vida e, por consequência, sua qualidade de vida.

educacao financeira_qualidade de vidaQuando falamos em padrão de vida, significa a quantidade e a qualidade dos bens e serviços acessíveis a uma pessoa ou família. O dinheiro vem do planejamento. Já qualidade de vida, é ter bem estar, segurança e estabilidade. A sobra entre a poupança mínima e o endividamento máximo é o que estabelece a qualidade de vida de um indivíduo e com isso, o padrão de vida que é necessário ajustar nesse orçamento.

No Brasil, as classes A, B e C cresceram, enquanto as classes D e E diminuíram. Isso mostra que houve uma elevação em todas as faixas de renda. Por outro lado, a inadimplência e o endividamento cresceram, o que mostra que ainda existe falta de planejamento financeiro nas famílias brasileiras (segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor – PEIC, 58% das famílias brasileiras estão endividadas).

Esse vídeo mostra que, se há um segredo para se ter um bom padrão de vida sem deixar a qualidade de vida de lado, esse é alcançar um equilíbrio entre a expectativa e a realidade, ou seja, o que você quer e onde quer chegar e como pode conquistar isso.

Trace metas de curto prazo, planeje-se e conquista o padrão e a qualidade de vida que deseja!

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