Um Estado gigante, setor público inflado e uma dívida nacional de dar medo! Esses são os temas explorados no documentário do cineasta britânico Martin Durkin. O filme expõe que a dívida pública nacional do Reino Unido está em 4, 8 trilhões de libras, o que significa que não seria paga mesmo se todas as residências inglesas fossem vendidas. O que essa história pode ensinar.

Com uma crítica ao tamanho do estado e do setor público, o documentário mostra como a dívida continua crescendo sem controle (o que pode ser comprovado pelo aumento apresentado com os gastos governamentais anuais, que foram de 697 bilhões de libras para 757 bilhões).

A terrível história da divida trilionária do Reino Unido

Inflação crescente

Para os economistas, estudiosos, ex-ministros, investidores e empreendedores que participaram do filme, o grande problema de um modelo de gestão onde o setor público acaba tornando-se maior do que o setor privado é a criação de um cenário de inflação (ou seja, por precisar imprimir dinheiro de forma exagerada). Afinal, quando a oferta pela moeda cresce – por meio de políticas de expansão ao crédito – seu poder de compra diminui.

Quando se chega ao ponto em que o dinheiro vale pouco, as histerias sociais não demoram a chegar. Foi o que aconteceu com a Grécia, onde o setor público domina grande parte da economia.

“Quanto mais pessoas devem o seu modo de vida ao estado, maior é o número de eleitores a votar por um estado ainda maior.” Dr Eamonn Butler, co-fundador e Diretor do Adam Smith Institute.

Construindo uma dívida

Viajando pela história, o crescimento da dívida é acompanhado do crescimento do Estado. Os gastos governamentais do Reino Unido para bancar a primeira e segunda guerra mundial foram exorbitantes, ampliando o poder do Estado (que desde então nunca voltou a ter um tamanho menor).

Em teoria, isso ajudaria a ampliar a variedade da economia, como acontece hoje em Hong Kong, mas o grande problema é que serão as futuras gerações que irão arcar com o pagamento dessa dívida.

Resolvendo o problema

Basicamente, o problema seria resolvido como foi em Hong Kong: com a diminuição do Estado e o corte de impostos, a arrecadação aumentaria automaticamente, estimulando o crescimento econômico.

Hong Kong hoje tem ótimos índices de saúde e educação, graças a essa forma de gestão político-econômica. Dessa forma cria-se mais lucro e mais empregos. Por isso, o tesouro nacional acaba acumulando mais impostos, sem ter que sobretaxar a população.

Assista ao documentário e veja faça o paralelo entre a situação do Reino Unido e a situação atual no Brasil. Quais soluções existem para diminuir as dívidas públicas? A resposta pode ser muito útil para lhe ajudar a gerir seu negócio da melhor forma.

Sucesso!


Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da TORO Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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