Investimentos, lucros, notas fiscais, prejuízos, impostos… A rotina de um investidor é repleta de altos e baixos, sucessos e fracassos, mas no fim do 3º trimestre de cada ano, uma ação em particular sempre pede mais atenção: a declaração do imposto de renda.

Neste vídeo da série “Minuto do Tesouro Direto”, produzido pela TORO Investimentos, Carlos Decotelli, economista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, explica as faixas de tributação de Imposto de Renda (IR) incidentes sobre os Títulos Públicos do Tesouro Direto.

Como é pago o IR em aplicações no Tesouro Direto?

De acordo com Cecotelli, o imposto nessas aplicações é pago sobre o ganho de capital. Mas, qual é o ganho de capital?

“Se eu apliquei R$ 100,00 e resgatei R$ 110,00, a diferença é meu ganho de capital. Vou pagar o imposto sobre essa diferença com faixas variáveis que dependerão do prazo de aplicação”, esclarece o economista.

Veja outros exemplos:

Para aplicações

  • Até 180 dias, a tributação será de 22,5%
  • De 181 a 365 dias, a tributação será de 20%
  • De 366 a 720 dias, a tributação será de 17,5%
  • Acima de 720 dias, a tributação será de 15%

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Uma questão importante: a tributação é aplicada somente no momento da venda do título, ou seja, no momento de apuração do ganho de capital.

Confira mais informações sobre o Tesouro Direto nos próximos vídeos da série aqui no VMF.

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da TORO Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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