Há outras aplicações de renda fixa além da poupança. Na série de vídeos “Minutos do Tesouro”, produzidos pela TORO Investimentos, o economista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Carlos Decotelli, como funcionam os investimentos de renda fixa do Tesouro Direto.

Para um investimento ser caracterizado como renda fixa, deve-se criar uma dívida nele. A poupança, por exemplo, é um dos investimentos renda fixa mais conhecidos do Brasil e é uma dívida para quem a recebe, que nesse caso  são os bancos. Em troca, as instituições financeiras assumem o compromisso de honrar esse débito com o investidor.

E com os títulos públicos?

Os títulos públicos do Tesouro Direto são considerados renda fixa porque geram uma “dívida” que é assumida pelo governo. Como já foi esclarecido por Decotelli no vídeo “Minutos do Tesouro: Risco do Tesouro Direto”, isso torna esse investimento um dos mais seguros porque têm a garantia do Estado. Daí o fato de serem considerados “quase como dinheiro”.

Para analisar quais são os investimentos em renda fixa mais seguros é importante ver a qualidade do devedor.

Confira mais informações sobre o Tesouro Direto nos próximos vídeos da série aqui no VMF.

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da TORO Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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