Com grande crescimento nos últimos anos, os títulos públicos do Tesouro Direto tornam-se uma opção cada vez mais comum de investimento, substituindo investimentos como a poupança, por exemplo. É a garantia mais forte oferecida pelo governo quando se trata de investimentos.

Neste vídeo da série “Minuto do Tesouro Direto”, realizado pela TORO Investimentos e ministrado pelo economista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, por Carlos Decotelli, entenda um pouco mais sobre como surgiu o Tesouro Direto.

Garantia e responsabilidade

O nascimento do Tesouro Direto no Brasil segue dois conceitos:

  1. O estabelecimento da garantia soberana do Estado
  2. O acesso facilitado ao caixa do Tesouro

Até 2002, o Brasil não permitia que a pessoa física – o cidadão comum – tivesse acesso direto aos recursos captados pelo estado. Era preciso ter uma terceira parte envolvida ou mesmo um investimento em um fundo. Hoje, qualquer brasileiro que possua conta em uma instituição financeira pode comprar títulos públicos diretamente pelo site do Tesouro.

Os títulos públicos ofertado pelo Tesouro são ativos de renda fixa que tem como intenção captar recursos para o financiamento da dívida do estado. Por isso, ao adquirir um desses papéis , o investidor receberá os juros por “emprestar” seu dinheiro ao Governo.

O Tesouro Nacional representa a garantia soberana do estado, ou seja, o país precisaria falir como nação para afetar seu rendimento, algo difícil de acontecer. Como explica Decotelli, o Tesouro acaba atuando como o “caixa da sociedade”.

Confira mais informações sobre o Tesouro Direto nos próximos vídeos da série aqui no VMF.

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da TORO Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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