Tomates retorcidos, batatas com forma estranha ou mesmo produtos com “machucados superficiais”. Imagine se todos os produtos feios do mercado fossem aproveitados e não descartados. Será que isso poderia ser uma oportunidade de negócio?

Criando a partir do lixo

O empreendedor americano, Ben Simon, resolveu vender frutas e vegetais feios, pois considerou o desperdício de comida na América, que chega aos 40%. Nas fazendas, até 20% dos produtos não chegam a deixar o local de produção devido pequenos problemas estéticos.

A abordagem de Simon foi direcionada para que população pudesse ter a chance de comprar esses produtos, movimentando mais de 10 mil quilos de comida por semana, ajudando o meio ambiente e ainda por cima, economizando, afinal, os custos são até 30% menores.

Para os clientes com menor renda, os preços chegam a ser 50% mais baratos, o que propicia que mais pessoas possam ter acesso a comida de qualidade. Os agricultores também se beneficiam, uma vez que é essa estratégia traz uma fonte de renda extra.

Empreendedores, empresários e investidores: casos como esse são uma ótima fonte de inspiração, independente do setor de negócio. Histórias como essa demonstram a importância de prestar atenção no quanto a sustentabilidade pode beneficiar a todos, inclusive financeiramente.

Bons negócios!

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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