Luis Felipe Mattiuzzo tinha 8 anos de idade quando começou a investir. Após ter uma conta aberta pelo pai, Gerson Mattiuzzo Júnior (que é empresário e estimula o filho no caminho dos investimentos), o jovem utiliza seus conhecimentos para investir em ações, com o objetivo de criar um patrimônio para ter uma vida mais confortável no futuro e, nas palavras dele, “ser rico também não é uma coisa ruim”.

Compreensão de mercado

Para Luis, o mercado só apresenta riscos quando os investidores procuram por isso. O pai, Gerson, afirma que a vantagem de quem começa a investir cedo é muito grande, pois possibilita fazer um bom acúmulo de capital.

O menino opera como home broker, a plataforma de negociação online, para efetuar suas operações na bolsa de valores e demonstra domínio sobre as principais teorias de investimentos. Para Luis, conceitos como lucro líquidomargem de lucrodinheiro em caixadívida da empresa são sempre analisados antes da tomar de decisões sobre seus investimentos.

Com pensamento focado no futuro, o jovem afirma que não se preocupa com o momento do mercado: “Tem muita gente que entra na bolsa e fica um mês lá e pensa que vai ficar rico”. Luis demonstra paciência desde cedo, uma característica essencial para investidores.

Entre outras ideias, o investidor mirim comenta sobre o primeiro livro que leu, “Meu primeiro milhão” de Charles-Albert Poissant, e do que mais gostou, “Pai rico, pai pobre”, de Robert Kiyosaki.

Passar o conhecimento acumulado ao longo dos anos é essencial para o sucesso das novas gerações, mas também é possível aprender muito com elas. Conheça mais sobre o jovem investidor e suas estratégias para acumular capital.

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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