Você já ouviu falar do CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e do CRA (Certificado de Recebíveis Agrícolas)? São títulos de renda fixa emitidos por empresas securitizadoras como o objetivo de financiar os setores imobiliário e agrícola. A Mirna, do canal do YouTube “Economirna”, dá dicas para explicar o significado dessas siglas e como usá-las a favor de seus investimentos. Ambos os títulos são opções de investimentos a médio e longo prazo e não possuem cobranças do Imposto de Renda.

CRI

O Certificado de Recebíveis Imobiliários é utilizado para a captação de recursos que visam financiar transações do mercado imobiliário. Esse título disponibiliza créditos imobiliários em financiamentos residenciais, comerciais, contratos de aluguel de longo prazo e para construções. O CRI é comumente utilizado por construtoras, pois quando um empreendimento é iniciado e/ou imóveis são vendidos na planta, não há tempo hábil para receber todas as parcelas dos compradores. Por meio do CRI é possível antecipar o recebimento dos valores.

CRA

O Certificado de Recebíveis Agrícolas é destinado a quem possui recebíveis originados de negócios entre produtores rurais (seja em cooperativas ou de terceiros. O CRA abrange financiamentos e empréstimos relacionados ao setor: produção e comercialização de produtos, insumos ou máquinas agropecuárias.

Atenção ao FGC

É importante alertar para os riscos de liquidez desses investimentos. Os títulos CRI e CRA não possuem proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), como as aplicações de renda fixa mais conservadoras como o LCI, LCA ou poupança. Por isso, é importante analisar os dados das agências de avalições de riscos com atenção.

Confira o vídeo na íntegra e coloque esses investimentos em seu radar.

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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